soluções expressas (e simples)

Postado em craft, crianças, eu fiz, filosofando / quarta-feira, 16 de julho de 2014

soluções rápidas

 

Deixar sua casa bonita não precisa – nem deve – ser complicado. Havia falado a respeito de pequenas mudanças com grandes efeitos quando mostrei o caso do up que dei em meu criado mudo mudando apenas os puxadores.  Porém o tema é recorrente – ao menos na minha vida e aposto que também deve ser na sua: pequenos detalhes que incomodam o nosso cotidiano e que podem ser resolvidos com facilidade, mas que às vezes deixamos passar.  E a resposta encontra-se em soluções rápidas e muitas vezes tão simples.

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uma porcelana para chamar de sua (mesmo)

Postado em craft, crianças / terça-feira, 01 de julho de 2014

pintar porcelana 1

Falar que o ano passou voando é o maior chavão. Julho chegou, a Copa está a todo vapor e eu transferi meu escritório para o interior - como mostrei no Facebook - e estou a todo vapor (graças a Deus!)  tocando alguns projetos bacanas que em breve darão as caras. Enquanto isto, o expediente de mãe não para nunca, não é mesmo? Independente da nossa demanda, a demanda dos filhos é constante. Então, ontem inauguramos a sessão de férias das crianças com a mesma alegria que inaugurei meu escritório interiorano. Qual era o programa? Pintar porcelana com total autonomia. Continue Lendo

o encanto é você quem faz

Postado em coisas fofas, crianças, crônicas da casa, filosofando / segunda-feira, 14 de abril de 2014

encanto1

 

Na minha vida, em geral, eu só tenho a agradecer. Entre altos e baixos, problemas ou suposições de problemas, posso dizer que vivo em uma grande (e boa) calmaria.

Lembro-me do período que sucedeu a morte da minha mãe: eu achava que tudo, e todos, estavam contra mim  e que eu havia entrado em um buraco – sem saída – de tristeza e dor. Chorava por tudo e, em até um certo ponto, me incomodava com a alegria alheia. Vivia e me alimentava da minha tristeza, das minhas lágrimas e da minha solidão. Ninguém nunca me havia dito que a melhor saída para tudo era olhar a vida com outros olhos, resolver me responsabilizar por elas e pelos meus atos. E, durante longos anos, “vivi” em modo stand by. Aproveitei pouquíssimo as pessoas com as quais convivi – e que hoje sei que eram interessantíssimas – e vivia amuada e encolhida. Como, então, deu-se o clique, a fórmula mágica para que eu voltasse a viver?

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