Ontem, professor Pardal baixou aqui em casa com sua caixa mágica de ferramentas (Para total deleite do pequeno).
Tinha recebido um chamado especial meu para pendurar os vasos, que há bem 15 dias se acomodavam no chão de cimento queimado.
Acho importante colocarmos as coisas em ordem, colocarmos os pingos nos “is“.
Mas não que esta busca por ordem, perfeição seja obsessiva. Acredito que ela deva ser uma meta, não uma amarra.
Ontem mesmo, enquanto pendurávamos os vasos conversávamos sobre a simplicidade.
Sim, porque os furos que vieram nos vasos eram muito pequenos e proibiam qualquer gancho de pendurá-los.
Fomos à casa de parafusos, depois ao serralheiro para cortar os ganchos ou seja demos a volta ao mundo.
Mas descobrimos, por fim, que o mais fácil seria alargar o furo com uma lixa de metal.
(seria mais fácil cortar os quatro pés da camas, não é?)
Ou seja, era uma solução simples, bem simples, que resolveria tudo de uma vez.
Para que complicar então?
O óbvio estava sob nossos olhos, como sempre.
E é assim.
Quando descomplicamos, o sol vem pela manhã aparecer nas fotos.
E ficamos, felizes, à espera das flores.
Um beijo.