Brinco que conforme o tempo vai passando eu me descubro cada vez mais parecida com a minha mãe! (Espero que lá do céu ela tenha um acesso banda larga para poder visualizar melhor todas estas fotografias que coloco aqui
E aí, na minha casa, vou acumulando e buscando os tais objetos afetivos. Com estes castiçais de vidro colorido foi assim.
Sempre achei vido colorido o “uó do borogodó”, não importando se era de Murano ou da esquina.
Repaginando o hall de entrada do apê, usando um aparador de madeira de demolição que garimpei com a sogritcha, não é que eu me deparo com estes castiçais laranjas e azuis?
Nunca achei que iria comprar algo assim. Mas cá estão eles, todos faceiros recepcionando minhas visitas. Viraram um xodó, até a pequena gosta de arrumá-los a seu modo no aparador.
Viu como as coisas afetivas se espalham e nos unem?
Será que a minha pequena também comprará vidro colorido depois de achar tudo isso um “uó”?
PS:Ah! Só para completar, ainda por cima os castiçais saíram baratinho, lá no Pronto Socorro do Vidro.








Olá Flávia
Passei por aqui para ver as novidades. Também sofro do mesmo fenómeno: descobri que comecei a gostar de coisas que na adolescência achava “uó” (como vocês dizem). Acho que são os nossos gostos que vão amadurecendo ao mesmo tempo que a rebeldia dos anos verdes vai desaparecendo. Concerteza a tua mãe estará a sorrir, de onde quer que esteja. Também tenho muita pena por a minha mãe não acompanhar as coisas que fotografo e publico, ela nem sequer sabe que tenho um blog. Tem cancer e está muito mal, pelo que a minha felicidade nunca está completa. Falta isso. E senti a tua saudade, que é parecida com a minha. Um abraço e um beijo para ti, amiga.
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Hazel,
seu post me deixou muito feliz e sem palavras…
espero ter dado uma resposta à você – em seu blog – com tanto carinho quanto o que você colocou aqui.
Beijo
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Aprendi muito
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